O Tata havia falado algo sobre postagens de vídeos da produção e edição do webtele.
Aí está o nosso registro.
Um grupo de hackers anunciou ontem, quinta-feira, ter removido 500 sites de órgãos políticos como, por exemplo, prefeituras e câmaras de vereadores de diversos municípios brasileiros. Entres os sítios removidos, constam alguns de prefeituras gaúchas.
Os processos instaurados no Superior Tribunal Militar durante o período da Ditadura Militar (1964 – 1985), devem ser digitalizados e hospedados no servidor do Ministério Público Federal e disponibilizados para consultas pela internet. O projeto, denominado Brasil Nunca Mais Digital foi lançado durante a noite desta terça-feira (14), em São Paulo. São 707 processos que devem ser publicados para os internautas interessados no assunto. A previsão é de que o período do processo de publicação dos documentos na rede seja de, aproximadamente, um ano.Com uma proposta de fornecer material destinado em especial ao público de internautas, a equipe de profissionais é formada por repórteres , editores e comentaristas que trazem ao clicRBS Vídeos, conteúdos com entrevistas, bate-papos. O comunicado oficial da empresa, os vídeos são de curta ou média duração e direcionados ao público de perfil on-line.
Os atrativos ainda contam com programas gravados em estúdio de redações. Os recursos técnicos utilizados pelos vídeos prendem a atenção do “web leitor”, como gráficos animados na tela ao lado do apresentador, outras animações e time-lapse. Em termos da grade, os programas devem ser exibidos semanalmente ou quinzenalmente, além de novos atrativos que podem completar a programação.
Você ainda pode selecionar o vídeo buscado por data ou ainda optar pelo menu de destaques e mais recentes. Ao lado dos links ainda aparece a manchete do vídeo, a data de publicação, a duração e ainda um espaço para os comentários. Quatro ítens básicos e obrigatórios em um site de vídeos. Em minha avaliação, o site seria básico, mas mesmo assim, útil para quem se interessa em algum conteúdo específico. Ou então, uma espécia de "You tube jornalístico".
Vale lembrar que este é apenas uma das inúmeras opções de todo o site do grupo de comunicação gaúcho. Se você, leitor/internauta, quer saber do que estou falando, vai lá e confere no Vídeos clicRBS e tire suas próprias conclusões.
Fonte: Jornalistas da Web

Chega ao Brasil, a partir desta meia-noite ( de quinta para sexta-feira), a segunda versão do iPad. Denominado simplesmente com iPad 2, o tablet da Apple apresenta algumas inovações em relação ao primeiro modelo, que começou a ser comercializado no Brasil em dezembro de 2010. Os preços da novidade do mundo eletrônico variam de R$ 1.650 a R$2,6 mil.
O iPad 2 deve ser vendido a partir do horário normal de abertura das lojas nas principais cidades do Brasil. Além de Brasília e das cidades gaúchas, a capital Porto Alegre e Caxias do Sul, estão na lista também Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Vitória, Goiânia, Alphaville e Recife. Porém o lançamento deve ocorrer no Shopping Iguatemi de São Paulo e em lojas on-line como a Apple Online Store.
Os iPads, todos com sistema wi-fi (Wireless Fidelity – fidelidade sem fio), é disponibilizado também nas versões com o padrão 3G, que entre seus serviços, oferece a transmissão de dados a longa distância em ambientes móveis. No final de março deste ano, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou a venda do eletrônico com os sistemas wi-fi e 3G no Brasil.
Apesar de tecnologias e capacidades diferentes, todos os aparelhos vêm equipados com um novo processador, chamado de A5, com dois núcleos. Os modelos também possuem câmeras traseira e frontal, para realização de videoconferência. A espessura do novo iPad é de 8,8 milímetros e o peso de 580 gramas. Ele vem disponível nas cores preta e branca.
Abaixo, confira a tabela com os modelos e valores do novo tablet:
| CAPACIDADE (GB) | VALOR (R$) | TECNOLOGIAS |
| 16 | 1.650 | wi-fi |
| 32 | 1.900 | wi-fi |
| 64 | 2.200 | wi-fi |
| 16 | 2.050 | wi-fi e 3G |
| 32 | 2.300 | wi-fi e 3G |
| 64 | 2.600 | wi-fi e 3G |

Mesmo com o alto preço dos tablets no Brasil, a expectativa para as vendas internas do aparelho no Natal é animadora. Essas apostas na alta das vendas são de especialistas econômicos. Os dados foram revelados pela pesquisa da empresa de consultoria IT Data. Porém, esses mesmos especialistas lembram que os produtos, assim como os computadores comuns, não são produtos de consumo de massa. Conforme o diretor de pesquisa da IT Data, Ivair Rodrigues, é imaginável a classe “C” adquirindo o produto devido à queda de preço.
Um dos motivos dos especialistas econômicos não apostarem em uma venda do tablet, que tenha o mesmo sucesso como um produto de consumo de massa, é que a novidade no mundo dos eletrônicos não possui as várias funções de um computador ou até mesmo de um aparelho celular. O modelo é um produto que se soma aos gadgets já adquirido, o que torna ao alcance de usuários que possuem uma renda maior.
Outra expectativa é a instalação de fábricas de tablets no Brasil. De acordo com o gerente de mercado e inteligência de negócios da Marco Consultoria, Henrique de Campos Júnior, a concorrência entre estes fabricantes pode influenciar a redução de preços. Devido o crescimento do segmento, cinco vezes maior em comparação ao da média da economia, Júnior ainda lembra que a era é de inclusão digital.
Já a empresa de pesquisa IDC, afirma que as vendas de tablets no Brasil devem chegar a 300 mil unidades somente neste ano, com uma maior movimentação no segundo semestre. Neste período, outros produtos do exterior vão chegar ao Brasil e as fábricas nacionais já vão estar bem posicionadas com seus próprios dispositivos.
Fontes: sites da Zero Hora e Agência Reuters (Priscila Jordão e Alberto Alerigi Júnior)

O grupo do Google encerrou recentemente os trabalhos de digitalização de jornais e como consequência, a disponibilidade dos mesmos na web. A informação veio através do site Huffington Post. Ainda conforme o site, esta atividade, conhecida como "projeto de escaneamento", visava um local de informações com a finalidade de ser utilizado por todos que acessassem a web.
A empresa informou que os usuários ainda podem acessar os arquivos que já foram digitalizados, como por exemplo, publicações do London Advertiser do ano de 1895 e o L'Ami Du Lecteur, edição histórica da virada do século. Os arquivos podem ser acessados através do news.google.com/archivesearch.
O Google divulgou ainda que encerrou também o serviço de vídeos da companhia. Já fez um mês que o anúncio foi realizado. Contudo, os vídeos ainda são oferecidos aos usuários que migrarem os vídeos hospedados ao YouTube. Vale lembrar que este site que disponibiliza vídeos também pertence ao grupo Google.
Agora pergunto aos colegas: Será que essa febre pode atingir pequenas empresas de comunicação, principalmente as do interior? Claro que isso seria uma opção a longo prazo e mesmo assim, pode ser postada no site da empresa jornalística a versão escrita e com fotos. Contudo, não vai ser oferecida aos “leitores virtuais” no formato original da diagramção.
Penso também que o Google pode ter tomado esta decisão com um possível número de pequenos acesso, já que temos as notícias disponibilizadas em vários suportes que “dão conta do recado” aos usuários, sem levar em conta os vídeos, áudios e outros atrativos que acompanham a matéria ou reportagem.
Fonte: site do Terra

Cinco funcionários foram demitidos ilegalmente de uma organização sem fins lucrativos com sede em Nova York após criticaram as condições de trabalho deles. A demissão ocorreu porque de acordo com a agência Associated Press, as críticas foram publicadas no Facebook. O quinteto demitido reivindicou os direitos aos reguladores federais de trabalho nos Estados Unidos.
A reclamação publicada na semana passada contra os Hispânicos Unidos de Buffalo afirma que um dos empregados utilizou a rede social para opinar sobre a declaração de um colega. O outro funcionário teria reclamado da falta de atitude de alguns trabalhadores para auxiliar os clientes da organização. Como consequência, alguns empregados defenderam o próprio desempenho e também criticaram a carga horária e questões de carência de colaboradores. Isso provocou a demissão dos cinco trabalhadores pelos comentários considerados como assédio aos empregados.
Alguns dias após o ato, A Junta Nacional de Relações Trabalhistas afirmou que a agremiação Hispânicos Unidos, da cidade de Buffalo, localizada no estado de Nova York, violou a lei federal americana. Esta lei e permite os empregados falarem com seus colegas sobre seus trabalhos e condições laborais. E esta permissão não vem “acompanhada” de represálias.
Diversas investigações relacionadas com o Facebook foram iniciadas pela Junta Nacional desde o ano passado. Durante o período ocorreu a primeira das inúmeras queixas que um escritório oficial apresentou contra uma empresa que despediu um empregado por comentários, também publicados no Facebook. Conforme a porta-voz da Junta Nacional de Relações Trabalhistas dos EUA, Nancy Cleeland, até o presente momento, ninguém foi a juízo e alguns ainda fizeram acordos.
Uma audiência na presença de um juiz administrativo, em Bufallo foi marcada para o próximo dia 22 sobre este caso. Ainda no último fevereiro, em uma situação semelhante, a Junta Nacional de Relações Trabalhistas avisou aos empregadores para não tentarem impedir o direito dos profissionais discutirem as situações em redes sociais, como o próprio Facebook, Twitter entre outros. Inclusive, O conselheiro geral da Junta, Lafe Salomon, garantiu que seria o mesmo caso se os trabalhadores fizessem comentários deste gênero próximos a um tonel de água da entidade empresarial.
Esse escândalo pode servir como exemplo para muitas pessaos que no Brasil e em outros países postam algo sem ao menos pensar na repercussão que o conteúdo pode gerar em alguma rede social. Afinal, pensar e refletir não faz mal a ninguém.
Fonte: site do Terra
Olá Webcolegas e webvisitantes!O número representa um aumento de 28% na América do Norte e de 24% em todo mundo, comparado com as médias para o mesmo período. Por outro lado, conforme o site “Boston.com”, o número não está nem perto dos maiores recordes do Akamai, pois na última semana, por exemplo, o casamento do príncipe britânico William gerou 5,3 milhões de visualizações de site de notícias por minuto.
Twitter
“Podemos fazer jornalismo de qualquer lugar para outro.” Essa frase foi confirmada pela jornalista e ex-repórter da Globo News, Tamira Lebedeff, durante uma palestra que ela ministrava na Unisc no último dia 18. Tamira falou que através de suportes tecnológicos que são disponibilizados, existe a possibilidade de fazermos jornalismo de qualquer local para os “quatro cantos” do mundo. Eu concordo com a jornalista. Principalmente, após um episódio ocorrido nesta semana aqui em Santa Cruz, onde minha tarefa era fazer uma entrevista através da unidade móvel da rádio em que trabalho em uma localidade no interior do município, há aproximadamente 15 quilômetros do Centro. Em primeiríssimo lugar, mal tinha concluído os primeiros trabalhos que realizo cedo da manhã e já recebi a ligação de um dos diretores da rádio sobre um encontro realizado no interior. Cheguei ao local e o evento não era nada parecido com o que tinham me avisado na rádio. Tampouco, era evento e se juntasse todos os participantes, não era o suficiente para considerar um encontro entre os moradores locais. O tal acontecimento tratava de um programa de troca de sementes de milho, corriqueiro em tudo que é local e não merecedor de uma pauta. Mas já que estava lá e o chefe tinha exigido uma interseção, fazer o que?!
Então tentei estabelecer uma ligação com a rádio através de meu aparelho de telefone celular. Mas o sinal estava fraco. O entrevistado pediu para irmos ao lado do muro do cemitério local onde o sinal era melhor, mas mesmo assim os cortes na ligação eram cruéis. Logo em seguida perguntei à minha fonte se havia próximo ao local onde estávamos uma residência que possuía telefone fixo. A casa que se localizava em frente ao pavilhão, para onde fomos logo em seguida, não possuía um telefone fixo, mas existia um celular com antena externa e que mantinha um excelente sinal. Fomos até a casa e o aparelho estava descarregado. Procuramos o carregador.
Depois de procurar em muitos lugares o tal carregador, achamos o “dito cujo”. O celular ligou um tempo após ter sido ligado e então estabeleci contato com a rádio, pois tinha poucos minutos para entrar ao vivo. Para completar, após todas essas dificuldades e a certa irrelevância de pauta, o sinal que falei anteriormente era bom. Como dizem os usuários do aparelho, existiam todos os “risquinhos” (intensidade do sinal). Mas não sei o que ocorreu com a ligação, pois piorou a qualidade. Logo em seguida, também caiu o cabo da antena que mantinha a ligação. Mas refiz o contato e concluí a móvel. Todo o drama teve um final feliz.
O que quero dizer é que com pouca estrutura, consegui estabelecer contato de um lugar que era praticamente impossível. Não perdi a viajem. Ao mesmo tempo, já cliquei algumas foto que o chefe pediu para publicar no jornal. Se com pouco suporte (somente celular com antena) conseguimos dar andamento ao trabalho, imagina com outros aparelhos que cada vez mais modernizam a estrutura do webjornalismo? Sem falar nos dispositivos usados em outros países, como por exemplo, o Egito e o Japão, onde ocorrem, respectivamente, as guerras civis e tsunami. Neste ponto de vista, volto ao início do post em que concordo com a Tamira sobre o que ela falou. E vocês, leitores, blogueiros, profissionais da área, colegas e professor, também concordam?



Visite e confira: www.informativo.com.br

Caros colegas!
Para nós que temos um enorme interesse pelo jornalismo on-line, principalmente por estarmos cursando a disciplina específica e também para quem deseja seguir na área, vale a pena deixar este recado: Ocorre nos próximos dias 1° e 2, a 12ª edição do Simpósio Internacional de Jornalismo Online. O evento acontece na Universidade do Texas, em Austin (EUA).
Você agora deve estar pensado: “Pronto! O Júlio pirou! Quem vai a Texas assistir a um simpósio?!”. No entanto você pode acompanhar o simpósio sem sair do lugar onde você se encontra agora, pois para este ano, a organização irá transmitir as imagens das atividades durante todo o simpósio através da internet, o que acaba fazendo com que o reconhecimento sobre o evento esteja ao alcance do mundo.
O simpósio tem como atrações palestras de executivos de NPR (National Public Radio), CNN.com e Patch.com, além de painéis com a participação de representantes de veículos como BBC News e The New York Times entre outros. A programação inicia com a palestra da presidente e diretora-executiva da NPR, Vivian Schiller. Já à tarde, a palestra fica por conta da vice-presidente e editora do CNN.com, Meredith Artley.
O Simpósio Internacional de Jornalismo Online foi criado em 1999 pelo Knight Canter for Journalism in the Américas (Centro Knight para Jornalismo nas Amércias). O encontro já é tradicionalmente conhecido por suas palestras de ótima qualidade, bem como as excelentes apresentações de painéis de acadêmicos e profissionais da área. A expectativa da organização é de superar as 50 inscrições de trabalhos em 2011.
A transmissão do simpósio pode ser acompanhada através de seu site oficial, o http://online.journalism.utexas.edu/program.php?year=2011. No site oficial, também existe o formulário para a inscrição e outras informações. O evento é uma realização do programa da Cátedra Knight de Jornalismo, da Cátedra Unesco de Comunicação da Universidade do Texas e do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, administradoo pelo jornalista Rosental Calmon Alves.
Fontes: http://guinnessbrasil.blogspot.com e http://www.jornalistasdaweb.com.br