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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Santa-cruzenses e beatlemaníacos


A proposta deste rádioweb é mostrar a versão Liverpool de Santa Cruz do Sul, que conta com o Dia Beatle e shows da banda The Beats. Não é apenas o quarteto Fritz, Frida, Max e Mili que faz sucesso por aqui. John, Paul, George e Ringo também ganham vida quando o assunto é rock.

E vale lembrar que, pela quinta vez, o grupo The Beats, considerado o melhor cover de Beatles do mundo, se apresenta em Santa Cruz dia 20. Em cada edição anterior, o espetáculo foi visto por mais de 700 pessoas no teatro do Colégio Mauá. O sucesso deve se repetir neste mês. Afinal, o idioma beatle é bastante conhecido em terras santa-cruzenses.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Empreendedorismo online

Que tal investir no próprio negócio a partir da web? Tem gente se dando bem online. Em duas matérias, uma publicada na Zero Hora e outra no Correio do Povo, há exemplos de internautas que decidiram usar a rede para criar, informar e faturar.


A primeira história é do site Modismo. Formada em Publicidade e pós-graduada em Design de Moda, Luísa Farani Azevedo criou um blog para compartilhar opiniões. Tudo deu tão certo que ela pôde deixar o emprego para se dedicar completamente à página online.


Outro case de sucesso é Leandro Vieira, criador do Portal de Administração. Enquanto estava na faculdade, percebeu a necessidade de trocar informações entre colegas. O resultado de uma tentativa de disponibilizar arquivos para a turma é o site que, hoje, soma 3 milhões de visitas por mês.


Apesar de terem sido iniciativas, aparentemente, despretenciosas, se tratavam de projetos executados por pessoas capacitadas. Os dois possuíam formação na área em que estavam atuando. Também fica evidente a especialização. Abordar um tema específico, voltado a um público segmentado, parece ser o caminho para se diferenciar em meio a tantas ofertas.


No geral, fica a sugestão de leitura. Para estudantes de jornalismo, vale como tema de pesquisa ou inspiração para futuras iniciativas empreendedoras. Conhecer pode ser interessante. Sonhar pode ser mais interessante ainda.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Isso merece impresso

Em uma das cenas de ‘Intrigas de Estado’, a blogueira Della Frye, interpretada por Rachel McAdams, comemora a conquista da reportagem. Enfática, afirma que o resultado daquela investigação merece estar impresso, nas mãos do leitor. Trata-se de uma provocação, no mínimo, incômoda. Ainda mais, considerando que, na plateia, estavam estudantes da disciplina de Jornalismo Online.


O que merece estar impresso? O que serve para o online? O comentário de Della evidencia um preconceito que tem origem na ignorância quanto à definição de jornalismo. Afinal, antes de ser impresso ou online, é jornalismo. E no trabalho jornalístico, a apuração dos fatos está envolvida, independente do veículo a ser utilizado na publicação da matéria.


Talvez ocorra uma confusão. Na tentativa de negar a superficialidade, se nega a mídia. No desejo de desprezar a pressa, se despreza a atualização constante. É necessário desvincular uma coisa da outra. O jornalismo merece qualidade. Os leitores merecem qualidade. Seja impressa ou online.


Aqui, abro parênteses para uma confissão: também pensava como Della. Costumava torcer o nariz para a web, sem considerar que o problema pode não estar na ferramenta, mas nos profissionais que utilizam mal essa ferramenta. Com qualidade, é possível fazer um jornalismo que mereça, acima de tudo, ser chamado de jornalismo. Eis o desafio!

Nossos interesses alheios

Uma das primeiras palavras do dicionário jornalístico é objetividade. Lembro desse termo escrito na lousa branca, à espera de definição, durante a disciplina de Fundamentos do Jornalismo Impresso. Com o tempo, se entende que a neutralidade faz parte de uma meta, muito perseguida, mas impossível de ser completamente atingida.


Antes de ser repórter especial, Cal McAffrey, personagem interpretado por Russell Crowe, em ‘Intrigas de Estado’, é um ser humano. Como jornalista, está em busca da verdade. Como pessoa, quer aliviar um sentimento de culpa. Quais interesses movem esse, ao mesmo tempo, herói e anti-herói? O que é história, caso policial e notícia? O que é conversa, sequestro e entrevista?


Cal busca equilíbrio em meio a essas definições e, sem negar a raça humana, comete falhas. Por confusão, simples incapacidade de ignorar seus interesses, puro cansaço físico e mental... Muitas poderiam ser as justificativas para pisar na bola. Mas na real, é mesmo difícil separar o homem e o profissional.


E mais complicado ainda é encontrar o equilíbrio entre o 8 e o 80. Na música ‘Três Lados’, Skank lembra que as situações podem ser relativizadas. Talvez nem seja interessante classificar entre parcial e não-parcial. É possível que o desafio esteja justamente em investir naquilo que, pelo menos, se aproxima do ideal. Se Cal errou, foi tentando acertar. E essa tentativa, por si só, já vale a pena.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Cidade beatlemaníaca


A proposta da radioweb, produzida por mim (Lucas Dalfrancis), Alan Camargo e Diana de Azeredo é evidenciar a paixão de Santa Cruz do Sul pelos garotos de Liverpool. Em seu calendário de eventos oficial, a cidade conta com o Dia Beatle e por cinco vezes a banda The Beats esteve por aqui. Não é apenas o quarteto Fritz, Frida, Max e Mili quem são os personagens de destaque quando o assunto é festa, pois John, Paul, George e Ringo também ganham vida quando o ritmo é rock.

Vale lembrar que o grupo The Beats, considerado o melhor cover de Beatles do mundo, se apresenta em Santa Cruz dia 20 de julho. Na última apresentação, o espetáculo foi visto por mais de 700 pessoas no teatro do Colégio Mauá. O sucesso deve se repetir no próximo mês. Afinal, o idioma beatle é bastante conhecido em terras santa-cruzenses.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Novos problemas e velhas questões

Foi capa da Zero Hora de ontem, quarta-feira. Estudo mostra que jovens de centros urbanos dormem até duas horas a menos por dia. Sem o descanso de nove horas diárias, ideais na adolescência, os estudantes apresentam dificuldade para prestar atenção à aula e aprender. A culpada pelo distúrbio do sono seria a tecnologia, ou seja, o excesso de horas na internet ou no videogame.


Essa matéria me fez lembrar a pesquisa divulgada pelo Fantástico. Segundo estudos ingleses, as crianças de hoje estão muito mais fracas do que há dez anos. O motivo seria a falta de exercícios físicos e “brincadeiras de rua”. Novamente, a vilã é a tecnologia. Diante do computador, o público infantil desenvolve hábitos sedentários.


De novidade, quase nada. Só a comprovação científica daquilo que qualquer observador mais atento já poderia afirmar. E aí volto a uma questão incômoda: de que adianta desenvolver ferramentas cada vez mais avançadas se o ser humano continua sem resolver problemas básicos como falta de limites e de atenção?


Ciberbullying, erros de ortografia cometidos no MSN e refletidos nas redações escolares... O dilema, por trás disso, parece ser o mesmo. Soa batido defender o desenvolvimento do pensamento, o convívio entre pais, filhos e pessoas em ambientes reais, a demonstração de afeto? A tecnologia está mais do que evoluída. Falta modernizar aquela pecinha fundamental no meio de tudo isso: o ser humano.

Ele fotografou o velório do pai

Jornalistas se atrevem a trabalhar com o ser humano em uma versão tão real que chega a incomodar. Essa é uma questão que me angustia, a tal ponto de eu me perguntar: “caramba, quem somos nós para julgar o que as pessoas devem ou não saber, para contar uma história que invada o mundo particular de alguém?”.

Foram questionamentos que voltaram à tona quando Ricardo Chaves contou a história do arrombamento feito em sua casa. Não me contive e, ao final da palestra, quase me desculpando pelo atrevimento, perguntei: “o senhor fotografou a cena?”. Estava esperando uma resposta negativa, cogitando a hipótese de que, quando dói em nós, é melhor não registrar.

Mas ele me surpreendeu afirmando que, sim, fotografou tudo. E tem as fotografias guardadas. Pra quê? Aí não soube responder. Apenas admitiu que olha às vezes. Com raiva, mas olha. Chaves também me contou que não resistiu à oportunidade de fotografar seu pai, sendo velado junto a uma bandeira do PDT e outra do Grêmio.

Fiquei desconfiada. Fotógrafos correm o risco de enlouquecer? Não era o caso do palestrante que, talvez em sua tentativa de comprovar lucidez, me explicou sobre vivência do luto com breves conceitos da psicanálise. Mas o seu comprometimento com a fotografia se tornou evidente quando alguém perguntou: “como consegue conciliar vida familiar e profissional?” “Não consegue”, simplificou, sem perder o bom humor.




* Crédito da foto: Lucas Dalfrancis

Se restava dúvida quanto à faculdade...

Dedicar tempo e dinheiro para cursar a faculdade exige determinação. Diante das possibilidades de comprar um carro, consolidar uma família ou investir em algo do gênero, é preciso fazer escolhas. E isso significa abrir mão, temporaria ou permanentemente. Quando o curso é jornalismo, não dá para ignorar o peso da queda do diploma.

Mas eis que a turma segue o propósito de conquistar, não apenas o canudo, e sim, um vasto conhecimento na profissão pela qual ousou se apaixonar. No entanto, se vê diante de um palestrante, fotógrafo há mais de 35 anos, que não cursou Jornalismo. E nem é culpado, já que, quando começou a atuar, inexistia a possibilidade de cursar o ensino superior nessa área.

Ao invés de se vangloriar por suas conquistas profissionais sem passagem pelo meio acadêmico, Ricardo Chaves reconheceu falta que faz o convívio entre colegas universitários e a indicação de um bom livro feita por um professor da área. Humildade merecedora de palmas. Resumiu o valor que nós, estudantes, devemos dar a essa oportunidade que temos.

E foi além. Ao comentar sobre o futuro do fotógrafo numa época em que muitos podem fotografar e ter seus registros publicados, Chaves defendeu: “Para quem souber fazer as coisas, vai ter espaço”. Na universidade, temos a chance de aprender a "fazer as coisas". Obrigada por retomar a lição, professor Chaves.

Vale um registro em preto e branco

Muito válida a palestra com o editor de fotografia da Zero Hora, Ricardo Chaves. Na quarta-feira, dia 15, ele compartilhou, com os alunos e professores da Unisc, sua experiência de mais de 35 anos na carreira de fotógrafo. Com seu jeito bem-humorado e crítico, pareceu bastante à vontade no auditório do bloco de Direito. Era quase como se estivesse conversando com a plateia no centro de convivência.

Mostrou fotos suas e trabalhos de colegas. Contou histórias. Comentou sobre momentos peculiares como os dias em que passou em meio à selva, dormindo e comendo mal, sendo picado por insetos, e não teve seus registros veiculados pela revista. Outra situação curiosa ocorreu durante a visita do papa à Polônia, quando fotografou um rapaz, com sapatos furados e pernas sujas, que, depois da insistência, teve permissão para assistir à passagem do pontífice ao lado de autoridades. Chorou diante da desigualdade. “A foto é boa. Merda é o país”, resumiu.

Criticou o “deslumbramento ou espécie de embriaguês” diante da possibilidade de interagir com o leitor. Chaves questionou até que ponto a foto enviada é relevante e deve ser publicada pelo veículo que a recebe. Destacou ainda a necessidade de o fotógrafo saber, hoje, gravar vídeos e editar, como forma de manter o controle sobre o próprio ofício. No entanto, fez uma ressalva: “a tecnologia aumenta as possibilidades, mas joga mais coisa no nosso colo. Nos dá mais trabalho”.

Se rendeu a palestra? Com certeza. Mais de um post e um excesso de linhas neste texto, inclusive. Que o primo me perdoe e não me desconte tanto na nota. Afinal, foi ele quem perguntou a respeito do rendimento dessa aula diferente. E para o Chaves, vale abrir uma exceção. Ele merece ser fotografado em preto e branco, em uma tentativa de homenagear um grande fotógrafo, com histórias lindas e formas ainda mais interessantes de contá-las.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Folha do Mate antecipa planos de teleweb



Além de se tornar um jornal diário, a Folha do Mate tem planos de virar um teleweb. As metas foram anunciadas durante o lançamento oficial da nova sede da empresa, que ocorreu dia 31 de maio. Inclusive, o prédio tem um espaço reservado para abrigar o estúdio, onde uma bancada vai ser montada.

Segundo o diretor Sérgio Klafke, a intenção é complementar as publicações imprensas. Com matérias, coberturas e entrevistas, a equipe pretende explorar o recurso da imagem em movimento. Em 2012, a transmissão online vai marcar o aniversário de 40 anos da Folha.

Criado em 2001, em uma iniciativa pioneira entre as publicações do interior gaúcho, o site do jornal está em sua terceira geração. E desde abril deste ano, a página disponibiliza o projeto experimental do teleweb. São cenas de gol e entrevistas com jogadores gravadas nos jogos da Assoeva. Quem assina as transmissões é a repórter Ana Flávia Hantt.

“O crescimento do jornalismo online é um fato”, observa Klafke. Conforme ele, a Folha do Mate vê, no site, um espaço de apoio e interação com a edição impressa. “Apostamos nisso com convicção e estávamos certos no pensamento de fazer andarem juntas as informações eletrônica e impressa”, afirma.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Bombardeio de informações



A abordagem da morte de Osama Bin Laden, publicada no site da revista Veja, pode ser analisada conforme o conceito de pirâmide deitada. Afinal, a página online não se limita a um texto informativo, com estrutura do lead. O assassinato do terrorista deixa de ser um fato para se tornar um tema abordado em formato especial.

Com a foto do presidente Barack Obama, a reportagem se inicia com o anúncio da morte do líder responsável pelo atentado de 11 de setembro. Abaixo dessa matéria, estão outras duas: a primeira sobre o segundo terrorista mais procurado do mundo e a segunda mostrando a trajetória de Osama. Outros cinco textos informativos contextualizam o fato.

A estrutura segue com manifestações de articulistas. Nesse ponto, já se percebe o jornalismo opinativo. As análises sobre a morte do terrorista também encontram expressão em vídeos. Em uma das abordagens audiovisuais chama a atenção o sentimento de vingança manifestado, inclusive, entre crianças norte-americanas.

Infográficos detalham a operação contra Osama e a quantia gasta em guerra pelos Estados Unidos. Galeria de fotos e vídeos complementa o material. Por meio de links, a hipertextualidade garante a conexão entre os conteúdos. Mesmo tendo a chance de escolher o que acessar, o internauta é bombardeado de informações. Em meio a tantas ofertas, dá até para ficar tonto.

Um capricho!






Bacana o site da Capricho e não é necessário ter 15 anos de idade para se interessar por ele. A página online vai além do veículo impresso e oferece para o público adolescente conteúdo informativo e interativo. Seguindo a proposta visual da revista, o site mantém as características, como a cor rosa e as ilustrações, que remetem à delicadeza das garotas.

Entre as características do jornalismo online, o espaço apresenta convergência, se valendo de texto, imagem e som para transmitir informações. Inclusive, conteúdos exclusivos são oferecidos aos internautas por meio da teleweb TV Capricho. A interatividade acontece por meio de diferentes ferramentas e destaco aqui o blog Galera Capricho, escrito por leitoras selecionadas.

Links mantêm a conexão com conteúdos dentro e fora do site. É a hipertextualidade permitindo saber mais a respeito de um mesmo tema. Ao contrário de alguns endereços, onde o internauta deve selecionar o estado de origem antes de acessar o home, por exemplo, a página online da Capricho não oferece a possibilidade de customização. Mesmo assim, o usuário pode acessar o que lhe agrada, ampliando os conteúdos conforme seu interesse.

Há alguns anos, a Capricho disponibilizava as versões online da atual e das edições anteriores da revista impressa. Hoje, esse recurso de memória não está mais disponível. Por fim, a atualização é contínua, com destaque para o que rola no mundo das celebridades, onde é possível garimpar “as últimas”. Ou seja, a comunicação com o público adolescente, como não poderia deixar de ser, se encaixa no conceito de instantaneidade.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Até que ponto nosso lanche é seguro?


Descobrir essa resposta é a proposta do grupo formado por mim, Diana de Azeredo, Alan Camargo, Débora Paz, Júlio Henrique Assmann da Luz, Lucas dal Francis e Luciana Gassen. Para o teleweb, vamos investir na pauta sobre a hora do lanche. Pretendemos investigar as condições de higiene, a composição dos alimentos e a situação de quem os consome.


Será que é higiênica a maneira como o pessoal comercializa e serve os produtos alimentícios? Será que a galera ingere nutrientes e substâncias saudáveis para encarar a rotina de estudo? Será que 15 minutos é tempo suficiente para lanchar? E quando sobra menos tempo? Vale comer enquanto se caminha para a sala ou corre para pegar o ônibus?

Temos muitas dúvidas. É possível que apareçam mais. Em busca das respostas, vamos contar com a galera da Gastronomia, da Nutrição e de outros colegas que puderem contribuir para esclarecer o tema. Pesquisas na internet e o próprio convívio com a turma também serão úteis na elaboração da matéria.

Vale lembrar que a pauta surgiu de um questionamento baseado na experiência de acadêmicos. Na universidade, nós nos deparamos com alimentos vendidos e servidos nos bares. Por isso, nossa expectativa é despertar o interesse dos demais colegas também. Até que ponto nosso lanche é seguro? A resposta vem depois do intervalo!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Lançado o desafio online

Galera do Imperatriz Notícias, a nossa proposta é bem simples: interagir com vocês! De que forma? Jornalisticamente, lógico. E como primeiro desafio, gostaríamos que vocês produzissem uma matéria com o tema 'Quais são as nossas diferenças?'. São válidos exemplos na área econômica, política, artística... Enfim, sintam-se à vontade para mostrar versões da realidade no Maranhão em formatos de mídia e categorias de jornalismo que desejarem. A nossa ideia é conhecê-los melhor.

Continuem nos acompanhando!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Para quem ama conhecimento

Esse é o slogan do site da Superinteressante. A página online não se limita à versão web da revista de circulação nacional. Além de disponibilizar as matérias veiculadas, o endereço oferece conteúdos extras. Eles são acrescentados diariamente e não acompanham a produção de notícias do veículo impresso, que circula mensalmente.


Em uma proposta visual que acompanha a da revista, o site se identifica pelas cores vermelho e preto. Os conteúdos recebem destaque central com título e resumo do texto ou apenas chamada. Na parte superior, há divisões como se fossem cartolas de editorias. A partir delas, o internauta pode acessar matérias específicas de prestação de serviço ou sobre meio ambiente, por exemplo. Além de textos e fotos, o site publica vídeos.


A interação entre emissor e receptor ou mesmo entre receptores acontece por meio de fóruns, promoções e oferta de assinatura da revista. Outra ferramenta disponível no site oferece entretenimento. Mantendo a proposta das matérias, que traduzem informações científicas para o público curioso e dinâmico, jogos e testes são atrativos extras na página.


Trata-se, portanto, de um jornalismo que se encaixa na terceira geração. Ele explora as potencialidades da web e publica materiais específicos para a internet, com recursos multimídia, abrindo possibilidade de interação.