quarta-feira, 6 de julho de 2011

Santa-cruzenses e beatlemaníacos


A proposta deste rádioweb é mostrar a versão Liverpool de Santa Cruz do Sul, que conta com o Dia Beatle e shows da banda The Beats. Não é apenas o quarteto Fritz, Frida, Max e Mili que faz sucesso por aqui. John, Paul, George e Ringo também ganham vida quando o assunto é rock.

E vale lembrar que, pela quinta vez, o grupo The Beats, considerado o melhor cover de Beatles do mundo, se apresenta em Santa Cruz dia 20. Em cada edição anterior, o espetáculo foi visto por mais de 700 pessoas no teatro do Colégio Mauá. O sucesso deve se repetir neste mês. Afinal, o idioma beatle é bastante conhecido em terras santa-cruzenses.

Transformações

Gostei muito das contribuições que a Di fez a respeito do filme que assistimos na última aula. Aí fiquei pensando: de fato, não restam dúvidas de que os meios de comunicação tendem a aproveitar a evolução tecnológica. Essa realidade não é de hoje. Vem desde a rotativa, o off-set e os meios de paginação eletrônica. Falar de jornalismo on-line implica, obviamente, falar da Internet e de transformações.

E o que temos com isso? As transformações nas rotinas jornalísticas de produção de informação e nas formas e formatos de difusão de informação. O jornalismo on-line não só obrigou os outros meios a adaptações constantes, como está em permanente atualização com as novas tecnologias.

A questão da qualidade do jornalismo on-line surge também sob outro prisma: a do aproveitamento das potencialidades da Internet e a da adaptação da linguagem jornalística às características deste novo meio. O que nos leva a outra questão importante e, acredito, ao que nos faz estar em sala de aula: a formação do jornalista em geral e do ciberjornalista em particular, não só na técnica, mas também na ética. Os grandes valores jornalísticos devem ser reforçados: o rigor, a intenção de verdade, a intenção de objetividade, os princípios da verificação da informação. O leitor, o público, sabe quando estamos falando em notícia ou especulação.

Acho que fica nítida a importância dos conhecimentos que adquirimos ao longo desse semestre. Conceitos, orientações, dicas que abriram caminhos para esse ‘novo jeito’ de fazer jornalismo. Esse trecho da nossa caminhada que se encerra logo mais à noite foi muito proveitoso. Fazer acontecer a Agência Lab 9 e o Trem das 9 foi muito bom.


Fica o gostinho de quero mais. Que venha a Produção em Jornalismo On-line.


Ah, mas antes disso ainda temos mais Trem das 9, logo mais à noite! Vivaaaa

Os desafios do jornalismo online

Semana passada tive a oportunidade de participar do 6º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, promovido em São Paulo pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). O tema era jornalismo online. Aliás, quem estiver afim de mergulhar em jornalismo sugiro que já comece a juntar uma grana e se programe para participar do 7º seminário, que ocorrerá nessa mesma época do ano que vem.

Ao longo de três dias foram mais de 60 palestras, oficinas e seminários com os papas da área no Brasil. Passaram pelo congresso, entre outros, Andrei Netto (Estadão-preso na Líbia); Gil Castello Branco (Contas Abertas); José Roberto de Toledo (Estadão); Felix Ximenes (Google); Fernando Rodrigues (Folha); Rodrigo Flores (UOL); Antonio Prada (Terra); Marcelo Rezende (Record); Marcelo Beraba (Estadão); Ricardo Boechat (Band); Heródoto Barbeiro (Record News); Daniel Scola (Gaúcha); Guilherme Machado (Diário de Pernambuco); Rafael Coimbra (Globo News); Solano Nascimento (UnB); Marcelo Tas (CQC); Eduardo Faustini (Globo); Eleonara Gosman (Clarín); Rosental Calmon Alves (Knight Center); Bette Luchese (Globo); Monica Puga (SBT); Ricardo Noblat (O Globo); Angela Pimenta (Exame); Aron Pilhofer (The New York Times); Márcia Menezes (G1); Míriam Leitão (Globo); Eliane Brum...


Além da produção de conteúdo online, se discutiu muito como intregrar web com TV, rádio e impresso. Aliás, o casamento do jornalismo online com o impresso é, sem dúvidas, o grande desafio do momento. Como disse Luciano Suassuna, editor do IG, hoje mais do que fazer jornalismo online de boa qualidade o desafio é fazer jornal impresso de boa qualidade e com relevância para o cidadão.

Mais do que o modelo de negócios em si (não, ninguém sustentou que o jornal vai acabar, mas sim ganhar logo logo um formato mais de análise, aprofundamento, detalhamento), se discutiu muito o papel do jornalista de hoje no meio desse fogo cruzado. A conclusão tanto de veteranos das redações do Estadão, da Folha e de O Globo é a mesma dos diretores de conteúdo do G1, Terra e UOL: online e impresso se completam e não existe mais (ou ao menos não deveria existir) profissional que faça apenas uma mídia. Questões trabalhistas à parte, o repórter pode e deve produzir conteúdo multimídia. São novas possibilidades que se abrem para ele transmitir melhor a notícia.

Para isso, segundo listou a editora do G1, Márcia Menezes, o jornalista de hoje precisa ter bom texto, fazer foto, imagens, se virar bem na informática, programação, webdesign, interagir bem nas mídias sociais... Enfim, aquela história de chegar na redação, pegar a pauta, ir para a rua, apurar a informação, voltar, escrever e ir embora já era. Ou está ao menos com os dias contados. Tá achando ruim? Pois saiba que as redações de online espalhadas pelo Brasil estão atrás de gente (para a Copa serão abertas muuuitas vagas) e pagam um pouco acima da média do mercado. Sem contar que produzir para online é muito bom, desafiador.


Para encerrar esse breve relato, deixo aqui um vídeo que gravei com a Ludmila (O Globo) e o Luciano (Folha). Os dois fazem vídeoreportagem em seus jornais e falaram um pouco sobre suas rotinas, equipamentos, linguagens. Na verdade a palestra era com a Ludmila, mas no fim juntamos os dois para gravar essa mensagem para a turma. Os trabalhos deles você confere nos sites d'o Globo e da Folha de S. Paulo.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Empreendedorismo online

Que tal investir no próprio negócio a partir da web? Tem gente se dando bem online. Em duas matérias, uma publicada na Zero Hora e outra no Correio do Povo, há exemplos de internautas que decidiram usar a rede para criar, informar e faturar.


A primeira história é do site Modismo. Formada em Publicidade e pós-graduada em Design de Moda, Luísa Farani Azevedo criou um blog para compartilhar opiniões. Tudo deu tão certo que ela pôde deixar o emprego para se dedicar completamente à página online.


Outro case de sucesso é Leandro Vieira, criador do Portal de Administração. Enquanto estava na faculdade, percebeu a necessidade de trocar informações entre colegas. O resultado de uma tentativa de disponibilizar arquivos para a turma é o site que, hoje, soma 3 milhões de visitas por mês.


Apesar de terem sido iniciativas, aparentemente, despretenciosas, se tratavam de projetos executados por pessoas capacitadas. Os dois possuíam formação na área em que estavam atuando. Também fica evidente a especialização. Abordar um tema específico, voltado a um público segmentado, parece ser o caminho para se diferenciar em meio a tantas ofertas.


No geral, fica a sugestão de leitura. Para estudantes de jornalismo, vale como tema de pesquisa ou inspiração para futuras iniciativas empreendedoras. Conhecer pode ser interessante. Sonhar pode ser mais interessante ainda.

Um pouco de Beatles.

Produção em jornalismo online - webreportagem

Pessoal.. a turma de produção em jornalismo on-line, disciplina que muitos de nós faremos no próximo semestre, produziu uma webreportagem sobre o nazismo. O tema é Tempos Nazistas - a história do nazismo no Vale do Rio Pardo. A webreportagem está maravilhosa, com áudios, fotos, vídeos e infográficos. A disciplina é ministrada pela professora Stefanie Silveira e interessa muito a nossa disciplina também. Parabéns aos colegas e a professora!



Coreia do Sul quer trocar livros por tablets

Os estudantes de toda Coreia do Sul trocarão, até 2015, os livros de papel pelos digitais, segundo o Ministério da Educação, Ciência e Tecnologia do país.

O ministério disse que vai investir $ 2 bilhões para conversão dos livros, inserção de Wi-Fi nas escolas e fornecimento de tablets para alunos de de baixa renda.

"Nós não esperamos que a mudança para livros digitais será difícil, pois os estudantes de hoje são muito acostumados com o ambiente digital", disse uma autoridade do ministério. Espera-se que o novo plano ajude os alunos pois, caso percam alguma aula, podem fazer aulas substitutas online.

Provavelmente, o governo vai escolher os aparelhos fabricados pela sul-coreana Samsung gigante ao iPad da Apple.

A Coréia do Sul é a primeira a declarar um plano de livros digitais implementado na educação nacional e este pode ser o primeiro passo para que outros países sigam o exemplo.

Com informações do The Next Web