sábado, 25 de junho de 2011

Fotos em movimento

Já que estamos trabalhando fotojornalismo na disciplina, encontrei, no G1, uma variação do gênero. A imagem – no formato gif – lembra uma fotografia. No entanto, não é estática, pois as pessoas que compõem a foto apresentam um leve movimento. Os criadores dessa “nova modalidade” fotográfica são Kevin Burg e Jamie Beck, um casal nova-iorquino. A técnica – que oferece movimentos sutis – foi criada para uma semana de moda.

O primeiro cinemagraph – assim batizada a modalidade – retrata duas modelos louras, fotografadas para uma grife nova-iorquina. A animação, nesse caso, é das franjas da roupa de uma das garotas. A inovação fez sucesso no blog de seus criadores, denominado From me to you. Desde então, o casal não parou de criar novos cinemagraphs. 


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Conforme Burg, a ideia – no caso da moda – baseia-se em uma forma de contar a história de como é viver em meio à beleza e o caos.  “Inicialmente pensamos em criar um vídeo, mas com o ritmo da web achamos que seria difícil exigir tempo para assistir a um vídeo online", diz. "Os cinemagraphs agora são a parte principal do nosso negócio”, destaca.

SEGREDO – o processo parte de uma série de fotografias em sequência. Depois, passam por edição no computador, quadro a quadro. As imagens chegam a ter mais de 30 posições, em que apenas pequenos elementos ganham movimento. Em meio a tantas imagens estáticas e em movimento veiculadas na web, o casal conseguiu inovar e conquistar o público. Creio que é similar ao que vimos na última aula, proposto pelo The New York Times. Mentes criativas, hein?



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Fonte: G1.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Ataque on-line

Um grupo de hackers anunciou ontem, quinta-feira, ter removido 500 sites de órgãos políticos como, por exemplo, prefeituras e câmaras de vereadores de diversos municípios brasileiros. Entres os sítios removidos, constam alguns de prefeituras gaúchas.

Estão na lista emitida pelos hackers, mais de 131 páginas. Deste total, 130 fazem parte de 127 cidades gaúchas, pois alguns executivos municipais possuem mais de uma página na web. Além do município vizinho de Vale do Sol, as prefeituras de Mostradas e Boa Vista do Incra possuem duas páginas on-line. Já um dos sites invadidos não foi identificado.

A mais recente home page invadida pelos hackers, foi a do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O endereço eletrônico do órgão foi atacado nesta madrugada (sexta-feira) por um grupo que se autodenomina "Firehacker". Ao acessar o site, aparece a mensagem "IBGE Hackeado - Fail Shell". Logo abaixo desta mensagem, foi colocado o seguinte aviso:

"Este mês, o governo vivenciará o maior número de ataques de natureza virtual na sua história feito pelo Fail Shell. Entendam tais ataques como forma de protesto de um grupo nacionalista que deseja fazer do Brasil um país melhor. Tenha orgulho de ser brasileiro, ame o seu país, só assim poderemos crescer e evoluir!"

Outra página eletrônica que constava entre as 500 da lista, pertence a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). Contudo, até o final da tarde desta quinta-feira, não apresentava problemas. Ainda durante a quinta, o site da Secretaria de Imprensa da Presidência da República ficou fora do ar por, pelo menos, uma hora. A página da Presidência da República também permanecia instável.

A equipe de hackers aproveita ainda para ressaltar que não faz parte do LulzSec ou Anonymous, pois estes grupos reivindicaram as violações dos sites dos órgãos governamentais.

Fonte: zerohora.com

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Morte que dá vida - última parte

Boa noite, colegas!

Hoje de meio-dia nosso grupo se reuniu no restaurante Centenário, em Santa Cruz, para gravar a última parte do teleweb opinativo, sobre “A morte que dá vida”.

Depois das aventuras e do pavor no frigorífico (by Jeniffer e Igor), chegou o momento da tão esperada degustação.

Confiram:


O gênero escolhido pelo grupo foi a crônica. Aguardem! :)

Na foto, a equipe completa: Jaque, Marília, Igor, Danielle e Jeniffer

Projeto Reverso trabalha com bastidores de telewebs

Gente, o pessoal do curso de jornalismo da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) está disponibilizando uma experiência muito legal em vídeo, com a qual certamente podemos aprender um pouco mais quando o assunto é uso de imagens jornalísticas em movimento na web.

Trata-se do Reverso, projeto interdisciplinar com fins educacionais, cuja idéia é abordar os bastidores do processo de produção de um telejornal.

Por que bastidores? Porque são espaços que costumam ficar restritos à memória dos participantes ou, no máximo, compor acervos abandonados em um canto da estante, material ou virtual.

A ideia, proposta pelos estudantes da UFV, é, a partir desses bastidores, construir um lide que pode ser acessado no menu superior.

O site é feito com Yola, enquanto que os vídeos são depositados no YouTube. A moçada também usa o Facebook e o Twitter para dar seu recado,

A ordem do acesso às informações depende de quem acessa o site. Clique na imagem para fazê-lo.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Fotógrafos de ZH lançam revista online

Como vamos falar de fotojornalismo na web, achei interessante registrar o trabalho dos fotógrafos de Zero, que criaram uma revista digital, a Mira ZH. O trabalho é muito bacana.

Como diz um trecho do editorial, feito por Ricardo Chaves, o Kadão, a revista chega à web como mais um canal de comunicação e expressão dos repórteres fotográficos de ZH. E ele lembra: "transformações profundas e velozes atingem a forma de trabalhar dos fotojornalistas contemporâneos". Então, parafraseando o Kadão, não podemos deixar passar a oportunidade de, das mais diversas formas, fazer o nosso trabalho chegar a um maior número de pessoas.

"Livres de algumas das velhas amarras que restringiam nossa contribuição, estamos, mais do que nunca, em condições de assumir nossa missão". (Kadão)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Um programa bem bacana

Moçada, a partir do trabalho que o pessoal da Universidade Federal de Viçosa (UFV) está realizando com fotografia na web, entrei no programa Photosynth e criei um primeiro ensaio, na verdade bem tosco, que reproduzo abaixo com fins ilustrativos.


A questão inicial que coloco é: e como utilizar essa ferramente no webjornalismo?

O programa, desenvolvido pela Microsoft, é interessantíssimo, como vocês podem perceber: trata-se de uma ferramenta que sincroniza uma sequência de fotos e simula um ambiente virtual em três dimensões.

Ou, por outra, permite que o usuário navegue por diversos ângulos de um mesmo lugar.

Para instalar o aplicativo são necessárias três condições:

1 Ambiente Windows.
2 Banda (bem) larga.
2 Conta Photosynth.

Há um vídeo que explica como tudo funciona.

Câmara quer ajuda do Orkut e Facebook contra Bullying

Um requerimento aprovado na semana passada pela Comissão de Ciênica e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara pretende formalizar um compromisso entre o Google, Facebook e o poder público. O documento, cujo o autor é o deputado Sandro Alex (PPS-PR), convida representantes das duas companhias para uma reunião, ainda sem data marcada, para negociar uma cooperação.

Para o parlamentar, as empresas de tecnologia, que já tem representação oficial no Brasil, precisam ajudar o governo no combate ao bullying e a pedofilia. " Essa companhias ganham muito dinheiro e precisam se comprometer com o bem estar de seus usuários", resaltou Alex em entrevista ao site Veja. " Um garoto cometeu suícidio após ser difamado em uma comunidade do Orkut. No dia da aprovação do requerimento, essa comunidade continuava no ar", disse.

Para ele, a colaboração entre as empresas e o estado é indispensável. O Google, responsável pelo Orkut, e o Facebook maior rede social do mundo, precisam desenvolver ferramentas capazes de de auxiliar no combate bullying, defende o deputado. " Após a CPI da Pedofilia, conteúdos de pornografia infantil foram retirados dos sites, mas ainda há muita coisa no ar", completou o deputado.

As empresas não são obrigadas a responder à Comissão, mas Alexandre Hohagen, presidente do Facebook Brasil, e Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, já sinalizaram que pretendem participar da audiência. Alex não encara o compromisso como qualquer tentativa de censura: " Não queremos controlar a internet, apenas queremos proteger a sociedade brasileira", explica o deputado.

Informações: Veja.com.br